O Caminho do Meio na prática em tempos de sinização

O Caminho do Meio evita extremos emocionais e políticos perigosos. Por isso, ele guia a nossa mente durante as grandes crises globais. A prática em tempos de sinização exige esse equilíbrio mental. Nós não cedemos ao ódio destrutivo contra os opressores atuais. Da mesma forma, nós não aceitamos a grande injustiça passivamente. O Tibete resiste com uma sabedoria milenar formidável e constante. Consequentemente, nós mantemos a lucidez absoluta diante do sofrimento diário. A moderação pacífica dissolve a nossa raiva de forma eficaz. Ademais, o budismo ensina a agir com total clareza íntima. Assim, nós encontramos a paz no meio do caos imenso.

O não proselitismo e a prática

O nosso objetivo espiritual não inclui converter outras pessoas à força. Afinal, a verdadeira liberdade exige o respeito por todas as crenças. O não proselitismo define a prática em tempos de sinização perfeitamente. Nós procuramos apenas o direito básico de existir em paz. Pequim usa a força bruta para impor uma ideologia autoritária. Contudo, a resistência tibetana recusa esse jogo de imposição agressiva e brutal. O próprio Dalai Lama aconselha a manutenção das raízes religiosas originais. Dessa maneira, nós vencemos a tirania através de um profundo respeito. Portanto, a nossa força enorme reside na firmeza compassiva. Enfim, nós não precisamos de nenhum império budista global hegemónico.

A compaixão de Marpa na prática em tempos de sinização


O ódio corrosivo destrói a mente do próprio praticante rapidamente. Por conseguinte, nós precisamos cultivar compaixão pelos cidadãos chineses oprimidos. O grande mestre Marpa ensina-nos isso de forma muito clara. Ele provocou a fúria irracional de uma vizinha de propósito. Afinal, a raiva extrema criava um forte vínculo cármico inicial. Logo, o Bodhisattva usa métodos inusitados para despertar consciências adormecidas. A prática em tempos de sinização requer essa visão profundamente compassiva. Nós enxergamos a China apenas como um instrumento para despertar. Assim sendo, as dificuldades fortalecem o nosso coração a cada instante. O opressor político também sofre imensamente com a própria ignorância.

​A dedicação sincera e a prática

A humildade verdadeira quebra o orgulho teimoso do nosso ego. Dessa forma, nós dedicamos as nossas preces ao povo chinês. Nós reconhecemos mentalmente a autoridade temporal deles sobre a nossa terra. A prática em tempos de sinização não alimenta disputas territoriais violentas. Afinal, a estrutura física do mundo pertence apenas à grande impermanência. Por isso, nós oferecemos amor bondoso a quem nos causa mal. Nós desejamos que os chineses alcancem a paz interior muito em breve. Consequentemente, essa atitude corajosa liberta a nossa mente das piores amarras. O verdadeiro praticante transcende as fronteiras artificiais desenhadas pelos governos. Desse modo, o afeto vence a ganância por um poder ilusório.

​A não existência e a prática

A filosofia profunda da vacuidade explica a verdadeira natureza da realidade. Todos os fenômenos carecem totalmente de uma existência intrínseca fixa. Logo, a ocupação estrangeira atual também não durará para sempre. A prática em tempos de sinização usa essa sabedoria altamente libertadora. Nós entendemos que os regimes ditatoriais surgem e logo desaparecem. No entanto, nós precisamos fazer uma ressalva extremamente importante agora. A natureza ilusória do mundo não justifica a omissão diante da crueldade. Por causa disso, nós defendemos os direitos humanos de forma muito ativa. Enfim, nós aliamos a visão absoluta do vazio à ação compassiva. Dessa maneira, nós evitamos a perigosa armadilha de uma indiferença fria.

A diligência urgente e a prática em tempos de sinização


A longa jornada rumo à liberdade exige uma enorme paciência diária. Contudo, a nossa dedicação contínua trará resultados políticos positivos inegáveis. A prática em tempos de sinização transforma a grande dor em combustível. Nós não podemos abandonar a esperança neste momento histórico tão crucial. Por isso, mantenha a sua diligência firme nesta busca por soluções. O atual conflito no Tibete precisa terminar o mais rapidamente possível. Assim, nós contamos muito com o seu forte apoio moral hoje. Ademais, o despertar mental coletivo cria um mundo livre da censura. Portanto, continue a estudar assiduamente e partilhe este conhecimento iluminado. Deixe o seu comentário logo abaixo e apoie o Quiabre Me Conduz!


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